No Dia do Agente Funerário, OFEBAS homenageia quem transforma dor em acolhimento

Com presença e humanidade, esses profissionais conduzem um dos momentos mais delicados da vida e merecem ser celebrados

No Dia do Agente Funerário, OFEBAS homenageia quem transforma dor em acolhimento Imagem por Divulgação e Texto por Divulgação
  • 17/03/2026 às 15:36
  • Atualizado 17/03/2026 às 15:36
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Ser agente funerário é assumir uma missão que combina preparo técnico, responsabilidade e sensibilidade. Do acolhimento à família durante a cerimônia às etapas burocráticas em cartório, passando pelo cuidado e preparo do ente querido, o trabalho exige presença e humanidade em um dos momentos mais delicados da vida. No dia 17 de março, quando se comemora o Dia do Agente Funerário, a OFEBAS celebra os profissionais que escolheram estar presentes justamente quando mais é necessário.

A gerente geral da OFEBAS, Patrícia Peixoto, destaca que a história da organização só faz sentido quando reconhecida pelas pessoas que a constroem no dia a dia. “Nossos agentes são pessoas que escolheram estar presentes nos momentos mais difíceis da vida de outras pessoas. Fazem isso com uma dedicação que nos enche de orgulho. Cada família atendida é tratada com a dignidade que merece, e isso só é possível por causa de quem está na linha de frente todos os dias”, afirma.

Para Alexandre Maia, cerimonialista da organização, a profissão vai muito além do que o imaginário popular supõe. "Meu papel se resume a oferecer primeiros socorros emocionais quando o mundo de alguém desaba", diz. Para ele, a rotina da função transformou sua relação com o tempo: "A morte não é um lembrete de que tudo acaba, mas de que tudo o que temos é o presente."

Já a agente funerária Antônia reforça o orgulho pela escolha profissional. "Muitas pessoas pensam que trabalhar tão próximo da morte é algo pesado, mas, para mim, é uma missão de respeito.", afirma. Antônia resume em uma frase o que aprendeu no dia a dia: "No final, não levamos nada material, o que fica são os sentimentos e as memórias que construímos ao longo da vida."

Na linha de frente há sete anos, Ione Miranda conta que o trabalho também transformou a forma como ela enxerga a vida: "Essa profissão me ensinou a ser mais gentil comigo e com as pessoas ao meu redor. A respeitar cada momento como único, porque ele é. No fim, o que fica são as lembranças e o legado que a gente constrói. Por isso, precisamos ser cada vez mais humanos”.

Quem convive de perto com esses profissionais também enxerga a nobreza da função. William, filho de Ione, traduz com sensibilidade o que significa ter uma agente funerária em casa: “É uma profissão pouco vista, mas extremamente nobre. Um trabalho que transforma o último encontro em um momento de paz, permitindo que a despedida seja marcada pela memória e pelo amor. É a humanidade que existe por trás da técnica.”

A profissão ainda desperta curiosidades e carrega mitos. Humanizá-la, mostrando quem são as pessoas que a exercem e por que escolheram esse caminho, é um compromisso que a organização assumiu ao longo de toda a sua história.

Em 2026, o Dia do Agente Funerário ganha um significado ainda maior para a organização: neste ano, a OFEBAS completa 60 anos, e são as pessoas por trás dessa história que tornam essa marca tão especial.

Sobre a Ofebas

A Ofebas é uma organização sem fins lucrativos atuante há seis décadas no ramo funerário e assistencial, que tem como missão homenagear histórias de vida e prestar acolhimento às famílias. Conta também com planos de assistência que incluem benefícios em vida e a assistência pet, além de apoiar e promover diversas ações sociais. Mais informações pelas redes sociais @ofebassocial, pelo site ofebas.org.br ou através do WhatsApp: (15) 99849-2146.