"Canetas emagrecedoras" viram alvo de criminosos e preocupam o vereador Henri arida

"Canetas emagrecedoras" viram alvo de criminosos e preocupam o vereador Henri arida Imagem por Jornal Zona Norte e Texto por Jornal Zona Norte
  • 12/08/2026 às 12:01
  • Atualizado 12/08/2026 às 12:01
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A crescente ocorrência de roubos e furtos em farmácias de Sorocaba, especialmente envolvendo medicamentos de alto valor como as chamadas “canetas emagrecedoras”, levou o vereador Henri Arida a protocolar, na última sexta-feira (7), um requerimento pedindo informações e medidas do Poder Público para enfrentar o problema. O parlamentar também abordou o tema na sessão ordinária da Câmara desta terça-feira (11).

Segundo dados registrados pela Polícia Militar, 230 roubos e furtos contra farmácias foram registrados nos últimos 18 meses, uma média de aproximadamente 12 ocorrências por mês. Sorocaba aparece na liderança entre os municípios do interior paulista e ocupa a 8ª posição no Estado em número de casos.

Entre os produtos mais visados estão medicamentos como as chamadas “canetas emagrecedoras”, que podem custar mais de R$ 700 por unidade. As ocorrências acontecem principalmente durante a madrugada e nas primeiras horas da manhã, com maior incidência em estabelecimentos que funcionam 24 horas.

No requerimento, Henri Arida solicita informações atualizadas sobre essas ocorrências. O parlamentar também questiona se há medidas de intensificação do reforço policial e quais ações de prevenção vêm sendo realizadas, colaborativamente entre Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Civil Municipal e o comércio, para inibir a incidência desses crimes.

“Estamos falando de uma situação que envolve duas questões que precisam caminhar juntas: segurança e saúde. Comerciante e colaboradores não podem trabalhar com medo de ser vítima de um roubo, e a população também não pode correr o risco de ter medicamentos de uso controlado comercializados de forma irregular. Precisamos entender a dimensão desse problema, reforçar a prevenção e, principalmente, descobrir para onde esses produtos estão indo.”, afirma Henri Arida.

Para Henri Arida, o enfrentamento do problema depende da integração entre os órgãos de segurança e o setor farmacêutico. “Precisamos atuar antes que o crime aconteça, mas também precisamos chegar à origem e ao destino desses produtos. Se existe uma cadeia criminosa por trás desses furtos, ela precisa ser identificada e combatida”, conclui o parlamentar.