Projeto de Henri Arida sobre apoio a gestantes em situação de crise é aprovado em primeira discussão

Projeto de Henri Arida sobre apoio a gestantes em situação de crise é aprovado em primeira discussão Imagem por Divulgação e Texto por Divulgação
  • 10/04/2026 às 13:14
  • Atualizado 10/04/2026 às 13:14
Compartilhe:

Tempo de leitura: 00:00

O projeto de lei que institui o Programa Municipal de Apoio às Gestantes em Situação de Crise em Sorocaba, de autoria do vereador Henri Arida (MDB), foi aprovado em primeira discussão na sessão desta terça-feira (9), na Câmara Municipal.

A proposta tem como objetivo oferecer suporte a mulheres grávidas em situação de vulnerabilidade emocional, social ou econômica, por meio da articulação entre diferentes áreas do poder público.

Durante a discussão em plenário, Henri Arida destacou a importância da integração entre as secretarias municipais para garantir atendimento completo às gestantes. “O programa mira num olhar para a integridade da mulher e também da vida que está sendo gerada. Precisamos estar atentos a essa realidade”, afirmou.

 

O vereador relatou que tem recebido demandas frequentes envolvendo gestantes em situação de insegurança, especialmente entre jovens. “Há casos de meninas menores de idade que não sabem o que fazer, além de mulheres que cogitam deixar seus bebês por não terem estrutura psicológica ou familiar. Esse programa serve para que essas mulheres se encontrem, se orientem e tenham apoio”, pontuou.

De acordo com o texto, o programa prevê ações como atendimento psicológico e psicossocial, orientação jurídica, encaminhamento prioritário para o pré-natal e articulação com redes de acolhimento materno-infantil. O acesso deverá ser facilitado, inclusive com atendimento em unidades de saúde e assistência social.

Henri Arida também reforçou que a proposta busca garantir dignidade e alternativas concretas. “As duas vidas precisam ser preservadas, a da mãe e a do filho. O que propomos é a articulação das secretarias em favor do social, do psicológico e da dignidade dessas pessoas, que precisa ser assegurada”, destacou.

O parlamentar ainda chamou atenção para os desafios enfrentados no processo de adoção. “Hoje, uma criança pode levar de dois a quatro anos para ser adotada. Por isso, precisamos oferecer suporte desde o início, com orientação e encaminhamento adequados”, completou.

O projeto segue agora para segunda discussão antes de ser encaminhado para sanção do Executivo.