Luis Santos quer protocolo de atendimento para saúde dos pés em diabéticos
Infecções, úlceras e amputações de membros inferiores são algumas das principais complicações do diabetes
Imagem por Divulgação e Texto por Divulgação - 09/02/2026 às 10:02
- Atualizado 09/02/2026 às 10:02
O presidente do Legislativo, vereador Luis Santos (Republicanos) defende a criação de um protocolo de atendimento para avaliação da saúde dos pés de pacientes diabéticos na rede pública municipal de saúde de Sorocaba. Em requerimento destacado e aprovado na sessão ordinária desta quinta-feira, 5, o parlamentar solicita a realização de estudo técnico com a finalidade de implantar a medida.
Ao usar a tribuna para defender a proposta, ele reforçou que o protocolo possibilitará a identificação precoce de alterações neurológicas, vasculares e dermatológicas nos pacientes, permitindo intervenções, tratamentos adequados e ações preventivas. “É possível se reverter essa condição, para que o paciente não perca seu pé por falta de atenção”, frisou.
Luis Santos, que é diabético, reforça que a umas das principais complicações consideradas graves da doença – que é crônica e de alta prevalência, são as infecções, úlceras e amputações de membros inferiores, especialmente quando não diagnosticadas e tratadas precocemente.
Sendo assim, o vereador ressalta que a implantação de um protocolo padronizado contribuirá significativamente para a redução do número de amputações evitáveis e de internações hospitalares, além de fortalecer as ações de prevenção e cuidado aos diabéticos, melhorando a qualidade de vida dos pacientes.
“A avaliação periódica da saúde dos pés de pacientes diabéticos, por meio de protocolos clínicos bem definidos na atenção básica e especializada, é uma estratégia amplamente recomendada por órgãos de saúde nacionais e internacionais”, afirmou.
Por fim, Luis Santos lembrou o trabalho pioneiro desenvolvido pela podóloga Clarisse Bramante no Palácio da Saúde durante o ano de 2025. “Foi a primeira experiência instalada dentro do SUS no Estado, quiçá no Brasil, mas, infelizmente não foi dada continuidade”, lamentou.