Dylan Dantas cobra fornecimento de sensores de glicose para pacientes com diabetes tipo 1, especialmente crianças

Vereador é autor da Lei Municipal nº 13.549/2026, que autoriza a distribuição gratuita dos dispositivos, e questiona a Prefeitura sobre a efetiva implementação do benefício.

Dylan Dantas cobra fornecimento de sensores de glicose para pacientes com diabetes tipo 1, especialmente crianças Imagem por Divulgação e Texto por Divulgação
  • 05/11/2026 às 13:56
  • Atualizado 05/11/2026 às 13:56
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O vereador Dylan Dantas (PL) apresentou um requerimento à Prefeitura de Sorocaba solicitando informações sobre o não fornecimento de sensores de monitoramento contínuo de glicose aos pacientes com diabetes tipo 1, conforme previsto na Lei Municipal nº 13.549/2026, de sua autoria.

 A legislação, instituída em 14 de julho de 2026, autoriza o fornecimento gratuito dos aparelhos e dos respectivos insumos aos pacientes com diabetes tipo 1 residentes no município, mediante apresentação de laudo médico, receita e/ou exames laboratoriais que comprovem a necessidade de utilização.

 Apesar da previsão legal, o gabinete recebeu relatos de pacientes que ainda não estariam tendo acesso aos equipamentos. A situação preocupa especialmente quando envolve crianças, que precisam de acompanhamento constante dos níveis de glicose para evitar episódios de hipoglicemia e hiperglicemia e reduzir os riscos de complicações.

 

O monitoramento contínuo permite acompanhar as variações da glicose ao longo do dia, contribuindo para o controle da doença e proporcionando mais segurança aos pacientes e tranquilidade às famílias.

 No requerimento, Dylan questiona se a Prefeitura já regulamentou e implementou o benefício, quantos pacientes foram cadastrados ou atendidos, quais são os procedimentos para solicitar os sensores e quais medidas estão sendo adotadas para garantir o fornecimento.

 O parlamentar também solicita informações sobre eventuais processos de aquisição dos equipamentos, prazos para disponibilização e a existência de solicitações pendentes ou negadas.

 “Uma lei precisa sair do papel e chegar a quem realmente precisa. Estamos falando de pessoas com diabetes tipo 1, inclusive crianças, que dependem desse monitoramento para cuidar da saúde. Queremos saber por que o benefício ainda não está chegando aos pacientes e quando o fornecimento será efetivamente realizado”, destaca Dylan Dantas.