Alexandre da Horta indaga sobre plano de manejo da fauna silvestre na área afetadas da Marginal Direita
O vereador enfatiza que os animais estão desorientados e, no caso das capivaras, há o risco de graves acidentes de trânsito
Imagem por Divulgação e Texto por Divulgação - 04/11/2026 às 16:04
- Atualizado 04/11/2026 às 16:04
O plano de manejo da fauna silvestre nas áreas afetadas pela construção de obras públicas é objeto de preocupação do vereador Alexandre da Horta (Solidariedade), que solicita ao Executivo informações acerca da implementação de medidas essenciais para a redução de danos e proteção dos animais, como o afugentamento preventivo, monitoramento e resgate de espécimes.
O vereador destacou requerimento de sua autoria, aprovado na sessão ordinária de terça-feira, 3, em que questiona o Executivo sobretudo em relação ao manejo da fauna silvestre nas áreas afetadas pelas obras da Marginal Direita do Rio Sorocaba. “Essa obra vem provocando profundas alterações no habitat natural da fauna silvestre local, especialmente das capivaras”, ressalta.
Alexandre da Horta observa que, em razão da movimentação de máquinas, supressão de vegetação e ruídos decorrentes das intervenções urbanísticas, os animais estão visivelmente desorientados, adentrando vias públicas de intenso tráfego rodoviário nas imediações e gerando risco iminente de atropelamentos e acidentes graves.
“Uma capivara pode pesar até 50 quilos e, em caso de atropelamento, além da morte do animal, o próprio motorista corre grave risco”, enfatiza Alexandre da Horta. Em seu requerimento, o parlamentar quer saber se há um plano formal de manejo da fauna silvestre na área das obras da Marginal Direita do Rio Sorocaba e faz uma série de questionamentos sobre as medidas técnicas necessárias à consecução do plano.