Ressignificar a nossa história de vida é um ato de amor

publi-editorial 28 jan / 2021 às 17:24

A servidora pública municipal e advogada Juliana Vieira Pinto mora em Sorocaba com a mãe de 81 anos e a filha de 17 anos, e por alguns anos residiu justamente na rua do Projeto Eu. Ela conta que o seu ex-marido já frequentava a clínica e sempre a convidava para conhecer. “Algum tempo depois, um casal de amigos também fez matrícula, e foi aí que fiquei sabendo que teria acompanhamento semanal com uma nutricionista… parece que essa novidade acendeu uma chama de esperança dentro de mim”, relembra.

Sua primeira experiência foi a de se sentir acolhida. “Fui tão bem recebida que desde o primeiro minuto me senti participando daqueles reality shows do tipo: ‘um ano para mudar a sua vida”, brinca. Juliana revela que sempre assistia a esses programas e sonhava em participar. “Naquele momento eu percebi que era a hora”, diz.

Seis meses depois desse início cinematográfico, ela pondera que seguir a dieta proposta na Fase 1 vem acontecendo com tranquilidade. “O que aconteceu foi que no dia anterior ao início das atividades no Projeto Eu, assisti ao filme ‘O Poço’, e apesar do embasamento do filme ser outro, cada vez que eu ia dizer que não gostava de algum alimento, eu me lembrava de algumas cenas e ousava experimentar novos sabores. A maior dificuldade, com certeza, foi deixar o vinho de lado, já que é uma paixão nova e que (confesso!) faz bastante falta, até porque tinha acabado de comprar minha adega”, explica.

As aulas de culinária ao vivo têm ajudado bastante Juliana nesse processo de busca de um corpo mais leve e saudável. “Sempre faço as receitas e, no início, confesso que fazia com mais frequência, mas sempre que tenho os ingredientes em casa já faço e posto no nosso grupo para incentivar os demais. A última receita do Projeto Eu que fiz foi o picolé de morango com iogurte. Ficou ótimo”, revela.

Fazer atividades físicas diariamente é uma das metas que muitas pessoas tentam atingir quando iniciam um programa de emagrecimento. Com Juliana não foi diferente. “Antes do Projeto Eu detestava tudo que envolvesse coordenação motora, porque sempre fui muito atrapalhada e não conseguia seguir as aulas direito. Mas os professores são muito pacientes e trabalham as dificuldades de cada um. De repente me descobri nas aulas de dança e aeroboxe. Hoje amo as aulas de ritmo, ballet fitness, zumba e aeroboxe”, conta a animada advogada e complementa, “na verdade eu gosto de tudo. O que falta é tempo, se pudesse faria tudo. E a pandemia também que acaba nos limitando. Acho que todas as aulas se complementam. Analise comigo: com a meditação aprendi a ter mais foco nas minhas outras atividades, com o pilates aprendi a melhorar a postura, os treinos no Studio Eu são ótimas também, pois melhoram muito a nossa condição física. Agora… quando estou na aula de Ritmos e me vejo dançando aquelas músicas da adolescência e juventude, épocas da minha vida em que nunca me permiti dançar, sinto um efeito terapêutico, viajo longe. É restaurador”.

Os grupos terapêuticos são um capítulo à parte. Juliana já faz terapia individual há algum tempo e curtiu bastante estar junto aos outros alunos do Projeto Eu. “Trabalhamos vivências similares, um vai ajudando o outro. E mais que isso, cria-se um vínculo de amizade que aos poucos vai nos tornando uma família só. A vitória de um acaba sendo a vitória de todos. Sem contar que me identifiquei com as abordagens da psicóloga Agatha Yazbek logo no início, as técnicas dela para nos levar direto ao ponto são fantásticas”, elogia.

Após eliminar 15 quilos, Juliana fala da importância de ter a oportunidade de fazer todas as atividades físicas e todos os atendimentos on-line, pois a pandemia continua batendo à porta de todas as pessoas que, como ela, fazem parte do grupo de risco. “Esse formato híbrido proporciona ajuda a todos os que têm pela frente um longo caminho, eu inclusive. A diferença é que hoje sei que vou chegar lá. O céu é o limite. O Projeto Eu representa para mim um tipo de libertação… de vida nova! É a ressignificação desta fase da minha vida. E estou muito feliz!”, finaliza.


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