Consor e STU afirmam que no momento não distribuirão máscaras para os motoristas

Trânsito 31 mar / 2020 às 17:12

Diferentemente do que afirma o Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba sobre a não disponibilização de equipamentos de proteção individual (EPIs) por parte das empresas de ônibus da cidade, o CONSOR e a STU vêm a público esclarecer que desde o início dos trabalhos durante o período de quarentena têm fornecido álcool gel e luvas para seus colaboradores.

Repudiamos essa afirmação do Sindicato, pois ela é infundada. Estamos trabalhando conforme as orientações dos órgãos de saúde pública para que os serviços sejam realizados com segurança e preserve a vida de todos.

Diante do atual cenário de controle na disseminação do novo coronavírus (Covid-19), o transporte público é um serviço essencial, razão pela qual precisamos de uma frota mínima para atender os deslocamentos de profissionais que estão trabalhando nas áreas da saúde (hospitais, clínicas, farmácias e clínicas odontológicas), alimentação (supermercados, padarias e açougues), abastecimento (posto de combustíveis, transportadora, oficinas de automóveis e motocicleta), comércio (lojas de pet shop e bancas de revista), finanças (bancos e lotéricas) e segurança pública.

Esclarecemos também que, de acordo com as diretrizes da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde, o uso de máscara não é recomendado para pessoas saudáveis. Sendo assim, não há obrigatoriedade do uso da mesma nestes casos. Essa informação foi esclarecida ao Sindicato no dia 27 de março de 2020 por meio de Ofício.

Importante consignar que, mesmo sem obrigatoriedade, as empresas têm diariamente procurado comprar máscaras para uso de seus colaboradores, mas, em função da grande procura não as tem encontrado.

Reiteramos o nosso compromisso com a prestação de serviço e o bem-estar coletivo e nos colocamos à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas que possam existir.

Posto isto, entendemos que qualquer eventual paralisação será despida de nenhum fundamento legal e o que é pior, trará prejuízo imensurável àqueles que mais precisam do transporte público para o efetivo combate à pandemia. Sejam eles, profissionais de saúde, segurança ou a população que se dirige as unidades de saúde, farmácia, supermercados.


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