A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo

publi-editorial 04 jan / 2021 às 11:20

Ela é conhecida como Cidinha, uma mulher de sorriso largo e coração generoso. Maria Aparecida Campos Rosa é pedagoga aposentada e dedicou toda sua vida à educação. Por isso, a frase acima, de autoria de Nelson Mandela, não poderia ser mais adequada. “Trabalhei mais de 30 anos com o ensino e me aposentei como Coordenadora Pedagógica”, conta. Ela é casada há 43 anos com José Roberto Rosa e têm 4 filhos e três netos: Leticia, João e Marina.

Roberto é o seu maior incentivador para participar do Projeto Eu. “Sempre passava pela Rua Lituânia e via a placa… até que um dia criei coragem e resolvi parar e entrar para conhecer”, relembra e complementa, “o meu encantamento pelo Projeto começou naquele momento quando a recepcionista me recebeu muito bem, toda atenciosa, mostrou-me o espaço. Iniciei em novembro de 2019, com uma limitação, pois havia feito uma cirurgia no ombro e recebi toda atenção dos profissionais e das novas amigas que fiz rapidamente por aqui. Para mim, além de perder peso eu precisava vencer minha falta de vontade de fazer exercícios físicos! Nesse quesito estão todos de parabéns, pois a alegria e o entusiasmo dos professores foram os incentivos fundamentais para que eu tomasse gosto pelas atividades. Quando percebi, já estava envolvida e participando de toda a programação proposta. Hoje chego no Projeto às 8 horas e fico até às 11 horas, que é a última aula do período da manhã. Vou embora feliz! Nem mesmo a pandemia me afastou das aulas… fazia on-line”, recorda-se.

A dieta, no início, é mais complicada de fazer, uma vez que as pessoas, normalmente, chegam ao Projeto Eu com hábitos enraizados. E esse era o caso de Cidinha que venceu mais essa batalha, com muita paciência e persistência e com a dedicação da equipe de nutrição. “Esse time foi fundamental para que eu acreditasse que mudar antigos hábitos faria com que eu conquistasse uma rotina alimentar mais saudável. As receitas oferecidas pela professora Andrea Arcuri são fáceis de fazer e gostosas de comer. Consegui alcançar todos os objetivos aos quais me propus e emagreci os nove quilos que me incomodavam”, revela com alegria.

Outro pilar muito importante dentro do Projeto Eu, ao lado das atividades físicas e dos acompanhamentos médico e nutricional, é o grupo terapêutico. Cidinha define o que para ela significa participar desse espaço de escuta acolhedora. “Ali é o nosso momento… é onde me fortaleço pela troca entre os participantes. As psicólogas conduzem as sessões de uma maneira muito amorosa e quando se percebe, mesmo que a gente não fale nada, de repente aparece uma coragem para enfrentar meus medos e obstáculos”, destaca.

Cidinha também adora cuidar da aparência e para isso realiza “tratamentos específicos de beleza e saúde para o corpo e a alma, na Estética Eu”, como ela costuma dizer.

E com uma personalidade gentil e afetuosa, Cidinha finaliza a nossa entrevista dizendo que para ela, “o Projeto Eu é completo, pois me ajuda na superação de processos internos que sozinha não conseguiria resolver. Por outro lado, tenho a sorte de ter marido e filhos que que me apoiam e incentivam a participar. Eles dizem que depois que eu comecei no Projeto, sou uma pessoa mais feliz… acredito que redescobri a felicidade. Enfim, o Projeto Eu é para mim, a extensão da minha casa, onde encontro amigas queridas e os profissionais são nota 10! Aqui todos são recebidos com carinho e atenção. E agora que consegui chegar na Fase Eu, foi uma glória… uma experiência incrível de superação de todos os desafios que já enfrentei ao longo dessas mais de seis décadas de vida. Estou agora em uma das fases de maior alegria e completude. É maravilhoso me sentir assim”.


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